IHAWEH, O DEUS QUE CRIOU O MUNDO A PARTIR DO NADA.
O título sugere que tudo quanto existe foi chamado à vida num determinado ponto da eternidade e, o verbo "criar", literalmente falando, significa chamar algo à existência a partir do 'Ex-nihilo' -- do 'Nada'. A palavra "criar" quer dizer fazer do nada; Sem nenhum material preexistente, isto é nenhuma substância física existia e tudo veio a existir. (Ne 9.6); (Cl 1.16-17); (He 11.3). O vocábulo BARAH (criar) é reservado a Deus em vista de sua ação criadora, Ele criou o mundo do nada, trouxe o mundo a partir do Ex-Nihilo. O imperativo da potente palavra divina chamando o mundo a existência a partir do nada. (Gn 1:1-7). “Deus criou todas as coisas”, no v.7, Ele organiza sua obra.
Deus, criador de todas as coisas, usa o verbo Asah (fazer) para revelar sua primazia. Pegou a terra e fez o primeiro ser homem, Adam (Adão). Este vem do solo (argila, pó, terra vermelha) para representar a humanidade. Tornar-se-á o nome próprio do primeiro Ser Humano (ishi), homem – Adão, que é criado por Deus e têm sua principal missão refletir-lhe a glória e a majestade. O homem passou a ser, então, a obra prima das mãos de Deus. Ser racional composto de corpo, alma e espírito (1.Ts 5.23), feito um pouco menor que os anjos, coroado de glória e majestade(Hb 2.6-7). Como sendo a mais notável das criaturas de Deus, através do seu Ruah (sopro, hálito), comunica-se com o seu criador e por intermédio do corpo exprime-se para fora de si, sua compulsão para o saber parece não ter limites. Ele é o único que emana totalmente do criador. Feito a sua imagem e semelhança. Criou o homem para a sua glória; Isso fica bem claro em Gênesis 1.26-28. A intenção era que o homem e sua esposa tivessem filhos e os criassem com toda santidade obedecendo ao Senhor. Enfim, um ser considerado como a existência da criação de Deus.
Deus, criador de todas as coisas, usa o verbo Asah (fazer) para revelar sua primazia. Pegou a terra e fez o primeiro ser homem, Adam (Adão). Este vem do solo (argila, pó, terra vermelha) para representar a humanidade. Tornar-se-á o nome próprio do primeiro Ser Humano (ishi), homem – Adão, que é criado por Deus e têm sua principal missão refletir-lhe a glória e a majestade. O homem passou a ser, então, a obra prima das mãos de Deus. Ser racional composto de corpo, alma e espírito (1.Ts 5.23), feito um pouco menor que os anjos, coroado de glória e majestade(Hb 2.6-7). Como sendo a mais notável das criaturas de Deus, através do seu Ruah (sopro, hálito), comunica-se com o seu criador e por intermédio do corpo exprime-se para fora de si, sua compulsão para o saber parece não ter limites. Ele é o único que emana totalmente do criador. Feito a sua imagem e semelhança. Criou o homem para a sua glória; Isso fica bem claro em Gênesis 1.26-28. A intenção era que o homem e sua esposa tivessem filhos e os criassem com toda santidade obedecendo ao Senhor. Enfim, um ser considerado como a existência da criação de Deus.
Com o homem, a obra criadora de Deus atinge seu grandioso clímax. O Criador foi pródigo na concepção e na execução deste Seu último ato criador. (Se alguém tem dúvidas, bastaria lembrar-se do caminho que Deus percorreu para tornar possível restaurar o homem caído levando-o de novo à sua perfeição criada no início). Necessário é que se chame a atenção para o fato da narrativa de Deus que cria o Ser do nada: “Deus... lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente” (Gn 2.7). Encontramos ainda os fundamentos bíblicos e teológicos que expõe antes da existência do mundo e de qualquer microorganismo, galáxias, planetas, estrelas, átomos ou partículas atômicas, havia o ‘nada’ - o vácuo existencial. “Ora a terra estava vazia e vaga, as trevas cobriam o abismo e um sopro de Deus agitava a superfície das águas” (op.cit.1-2). Dessa forma, existia o nada - tudo aquilo que se opõe ao ser, ou seja, o nada é o não ser.
Para o filósofo alemão Heidegger ‘o nada’ revela-se pela angústia, porém sua expressão em teologia jamais se descortinou em aflição ou sofrimento, pelo contrário serve para mostrar o divino poder de Deus em criar o ser do nada. Em outras palavras: criar o Ex-nihilo. Contudo, nem o vácuo existencial pode ser assombrado pelo pesadelo do fato de existir e do que existe realmente, assumindo o status dos fenômenos reais, pois é eternamente estéril. O vazio existencial não é criativo porque não existe. Só a existência divina pode gerar existência. De maneira que, a palavra de Deus foi mais que suficiente para do ‘nada’ trazer a existência a tudo quanto existe, de forma que a não existência jamais poderia ser despertada do sono da irrealidade, porque não existia de fato e vivia o pesadelo eterno da realidade. Se eliminarmos Deus do processo criativo, eliminamos a própria existência, retornamos ao vácuo completo, imergimos na esterilidade tirânica do ‘nada’.
O ‘nada’ não pode engravidar a existência, só a existência pode gerar a existência. Daí, fundamental é lembrarmo-nos que Deus não é uma hipótese da fé, mas uma verdade científica efetiva (Ec 9.10). Também, como bem referencia Davi no livro de Salmos: “Teus são os céus e tua é a terra: o mundo e a plenitude, tu os fundaste” (loc.cit. 89.11). Consoante, no evangelho de João, percebemos que o ‘Verbo’ é a palavra, Jesus Cristo é o ‘logos’, a palavra mais do que expressão falada... É Deus em ação (n.b. 1.2-3). Mas como explicar o princípio de Deus? Conforme a Bíblia, Deus não tem origem. Ele é o único que não teve início, nunca nasceu. Deus não teve princípio de dias, nem terá fim de existência. Entretanto, existem testemunhos eternos e exteriores da natureza a respeito de todos os argumentos a favor do fato do princípio e da existência de Deus. Ouve-se a voz destas testemunhas em todas as línguas e em todos os lugares. Para Moisés, Ele se auto-proclamou de modo inexplicável apresentou-se não pelo o verbo ser, e sim por EU SOU! Que Deus na sua infinita misericórdia continue nos abençoando. Amém!
O ‘nada’ não pode engravidar a existência, só a existência pode gerar a existência. Daí, fundamental é lembrarmo-nos que Deus não é uma hipótese da fé, mas uma verdade científica efetiva (Ec 9.10). Também, como bem referencia Davi no livro de Salmos: “Teus são os céus e tua é a terra: o mundo e a plenitude, tu os fundaste” (loc.cit. 89.11). Consoante, no evangelho de João, percebemos que o ‘Verbo’ é a palavra, Jesus Cristo é o ‘logos’, a palavra mais do que expressão falada... É Deus em ação (n.b. 1.2-3). Mas como explicar o princípio de Deus? Conforme a Bíblia, Deus não tem origem. Ele é o único que não teve início, nunca nasceu. Deus não teve princípio de dias, nem terá fim de existência. Entretanto, existem testemunhos eternos e exteriores da natureza a respeito de todos os argumentos a favor do fato do princípio e da existência de Deus. Ouve-se a voz destas testemunhas em todas as línguas e em todos os lugares. Para Moisés, Ele se auto-proclamou de modo inexplicável apresentou-se não pelo o verbo ser, e sim por EU SOU! Que Deus na sua infinita misericórdia continue nos abençoando. Amém!
Algumas abreviaturas usadas no texto:
Op.cit= opus citatum (obra citada)
n.b.=nota bene ( note bem)
Loc.cit.= loco citato (no lugar citado).